CASSI – Os candidatos em 2010

São estes os candidatos concorrentes nas próximas eleições da Cassi, salvo improváveis impugnações.

No intuito de auxiliar nossos inúmeros leitores em sua escolha, de cujo acerto dependerá em muito nosso futuro e o de nossos familiares, procuraremos reunir o máximo de informações pertinentes sobre cada um deles, pois entendemos que a propaganda oficial de todos e a de cada um, apesar de indispensável, é insuficiente.

Precisamos da colaboração de todos, inclusive dos próprios candidatos, para o enriquecimento e até mesmo correção desses currículos biográficos ou dessas biografias curriculares, como queiram, apenas lembrando que a pertinência de novas informações será julgada pela equipe do blog.

Nenhum informe aqui colocado tem conotação de crítica ou de elogio. O blog confia no discernimento de seus leitores.

Chapa ‘Unidos pela CASSI’

Conselho Deliberativo, Titulares

– Fernanda Duclos Carisio, aposentada. Suplente no Conselho Fiscal da PREVI; Conselho Fiscal de Jereissati Participações. + Google.

– Loreni Senger Corrêa, aposentada. Conselheira Administrativa de Seguridade na AAFBB; Suplente no Conselho Fiscal da FAABB. + Google.

Conselho Deliberativo, Suplentes

– Ubaldo Evangelista Neto, aposentado. Conselho de Delegados da AFABB-SP; Conselho Fiscal da CASSI. + Google.

– Iris Carvalho Silva, ag. Piedade, Salvador-BA. Suplente do Conselho Deliberativo da CASSI. + Google.

Conselho Fiscal, Titular

– Rodrigo Nunes Gurgel, Diretoria de Marketing e Comunicação. + Google.

Conselho Fiscal, Suplente

– Viviane Cristina Assôfra, ag. Empresarial Centro-SP.

Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento

– Maria das Graças Conceição Machado Costa, aposentada. Suplente no Conselho Deliberativo da ANABB-Prev; Conselho Administrativo da ANABB-Coop; Presidente do Conselho Deliberativo da CASSI; representa PREVI no Conselho da Gerdau. + Google.

Chapa ‘Uma nova CASSI’

Conselho Deliberativo, Titulares

– Maria Goretti Fassina Barone Falqueto, SEEB-ES.

– Maria Valério Sarmento Coêlho da Paz, CSL-SP. + Google.

Conselho Deliberativo, Suplentes

– Paula Regina Goto, ag. Paiçandu-PR. Suplente no Conselho Fiscal da ANABB-Prev. + Google.

– Gilberto Luis Fernandes Monteiro, ag. Tirol-RN.

Conselho Fiscal, Titular

– Ronaldo de Moraes Ferreira, CSL-RJ.

Conselho Fiscal, Suplente

– Marcelo Valente Antunes, Diretoria de Gestão de Pessoas.

Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento

– Humberto Santos Almeida, SEEB-BA.

As informações sobre cargos extra-banco são do saite ‘Canael’; a pesquisa no Google é nossa.

Edemar

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3 Responses to CASSI – Os candidatos em 2010

  1. Neri Perrud disse:

    Muito boa esta informação.
    Serve pelo menos para conhecermos de nome os colegas que nos querem representar e defender os nossos direitos, pois nossas obrigações já cumprimos.
    Exceto Graça Machado, figurinha carimbada, os outros são, pelo menos para mim e, acredito, para a maioria dos aposentados votantes, ilustres desconhecidos.
    Caso fosse eu, usaria todos os meios de comunicação para atingir justamente esta porção do eleitorado que pode decidir uma eleição, mas a cada ano, vem mostrando menos seu voto: o aposentado.
    Por que?
    Os grupos de discussão e este blog, inclusive, precisam urgente de encontrar uma solução para atingir esta imens urna de indecisos, que pensam estar protegidos, será mesmo(?) e partir pelo menos para uma renovação no quadro de nossos representantes realmente comprometidos com a nossa saúde.

  2. Elpidio disse:

    Além da Graça Machado, a quem Neri se referiu no cometário acima, conheço a Fernanda Carisio que além das qualificações encontradas foi presidenta, com péssima atuação sob meu ponto de vista, do Sindicato dos Bancários do Rio.
    Chapa “Unidos pela Cassi” tô fora !!!
    Próxima !!!

  3. Paula Goto disse:

    Caros colegas,
    eu sou Paula Goto, candidata da chapa UMA NOVA CASSI.
    Agradeço o espaço para apresentar-me brevemente aos que porventura não me conheçam ainda:
    Filha de funcionário, cresci na “família Banco do Brasil”, em AABBs, lendo boletins Garef, Unamibb, Ação, O Espelho…e tudo o que meu pai trazia para casa. Portanto, vivenciei, desde o primeiro momento, as grandes transformações pelas quais passava o BB na década de 1980 para a década de 1990. Ao tempo em que as mudanças ocorriam no BB, com 13 anos me vi envolvida pelo movimento estudantil e como “Cara Pintada” fui às ruas no movimento do “Fora Collor”. Aos 15 anos assumi a presidência da União Municipal dos Estudantes Secundaristas em Maringá (PR). Aos 20 anos, deixava a cidade para fazer parte da primeira geração de funcis pós-98 no BB, assumindo em Cafelândia (SP).
    Mas foi trabalhando na Super Pará que travei contato com todas as entidades do funcionalismo e minha vocação militante acabou me envolvendo definitivamente em suas realidades. Convidada a participar da diretoria do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, tive a oportunidade de defender a bandeira da Isonomia entre pré e pós-98 em grandes encontros nacionais. À época era mais difícil, pois eram poucos os funcis pós-98 e menos ainda os que participavam do movimento. De lá para cá, não somente os pós-98 são maioria na ativa como houve uma alteração da conjuntura política. Portanto, se o desmantelamento do plano de carreira se deu em função da implantação do modelo neoliberal no Brasil na era FHC, principalmente através das resoluções 9 e 10 DEST, do Departamento de Controle Estratégico das Estatais, com um governo que contou com parcelas significativas do funcionalismo para sua eleição e que se pretende popular, há a possibilidade de alterarmos os rumos que foram traçados para o plano de carreira do funcionalismo do BB. E o ataque a um segmento ressoa em toda a categoria, como aconteceu na CASSI, onde todos sofrem pela queda nas receitas geradas por responsabilidade do BB, pelo desmatelamento do plano de carreira, pelo rebaixamento dos salários e pela política de congelamentos salariais por anos a fio. Por este motivo, a luta pela isonomia é uma luta de toda a categoria assim como a luta pela defesa de nossas entidades mais preciosas, Previ e Cassi. E, tendo nascido pelos braços da Cassi, acompanhei, exatamente os problemas enfrentados como usuária de nossa Caixa de Assistência desde a infância. É visível a queda na qualidade dos serviços prestados, a falta de credenciamentos, a burocratização excessiva e um mal que a maioria só vai saber quando se depara com ele: as negativas de autorizações de procedimentos médicos. Isso tem não somente agravado os problemas de saúde dos usuários que precisam de tais procedimentos, como expôsto a Cassi a demandas judiciais por parte dos usuários assim prejudicados.
    E a Cassi não é um Plano de Saúde como qualquer outro, é uma Caixa de Assistência que, ao adotar o Programa de Estratégia de Saúde da Família, optou pelo modelo de Atenção Integral à Saúde. E isso pressupõe saúde bucal, inclusive. O plano odontológico tem, portanto, viabilidade de implantação, foi acordado com o Banco do Brasil e cabe aos dirigentes da Cassi eleitos pelos funcionários garantirem a sua implantação.
    As clínicas da Cassi trazem, via de regra, o Programa de Estratégia de Saúde da Família em seu seio. No meu entendimento, este programa é uma das maiores preciosidades para os usuários e, melhor disseminados, ajudam a melhorar a saúde financeira da Caixa de Assistência e a saúde dos usuários, porque visa a saúde e não a doença. As experiências em nível mundial comprovam que os indicadores de saúde tem melhorado onde tem chegado programas do gênero.
    Neste movimento de se chegar mais próximo aos usuários, com a interiorização das clínicas da Cassi, com o Programa de Estratégia de Saúde da Família, em um movimento de chegar até o usuário, mediante ações preventivas, é que se coloca, no meu ponto de vista, a necessidade, igualmente, da descentralização e desburocratização na Cassi.
    É quem está na ponta, inserido na realidade do estado, do município, quem tem condições de melhor avaliar as demandas locais. Por isso entendo a necessidade de maior autonomia para as clínicas e gerências regionais, nas autorizações dos procedimentos médicos, nos processos de credenciamentos e nos implementação de programas específicos para as suas realidades.
    Após me apresentar e dialogar um pouco para que me conheçam, publico brevemente meu currículo para que melhor possam me avaliar.
    Atenciosamente,

    Paula Goto
    Funcionária pós-98 e Gerente de Módulo na agência Paiçandu (PR). Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Londrina, é fundadora da União Brasileira de Mulheres em Maringá e colaboradora do Projeto “Visão de Liberdade” para a inclusão de deficientes visuais. Integrou o GT PCC/PCS lutando pela isonomia no plano de carreira no BB, foi membro do Conselho de Usuários da Cassi no Pará, representante eleita da Cipa Presidente Vargas, diretora de Bancos Públicos Federais do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá e diretora da AABB Cafelândia (SP). É coordenadora do Grupo Temático Novos Bancários (Pós-98 e Bancos Incorporados) da ANABB e conselheira fiscal da ANABBPREV.

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