Recreio!

31/03/2010

TESTE DO PÉ DIREITO

Que loucura! Você acha que tem controle sobre seu pé?
Duvido!

Se não conseguir, pelo menos dará boas risadas…

Tire a prova você mesmo, para ver se você tem controle de seu pé direito.
Quando você estiver sentado à sua mesa, faça círculos com o seu pé direito no sentido dos ponteiros do relógio, ou seja, no sentido horário.

Enquanto estiver fazendo isso, desenhe em papel o algarismo ‘6’ com a sua mão direita.

O movimento do seu pé vai mudar de direção…
Vai circular contrário aos ponteiros do relógio…

Não adianta insistir, o local do cérebro é o mesmo que comanda as duas situações…

Conseguiu?

DUVIDO  !!!


Cuba – Dissidentes?

29/03/2010

 

Cuba: Dissidentes ou Traidores? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Atilio A. Boron   
26-Mar-2010
 

A “imprensa livre” da Europa e das Américas – essa que mentiu descaradamente ao dizer que existiam armas de destruição em massa no Iraque ou que qualificou de “interinato” o regime golpista de Micheletti em Honduras – redobrou sua feroz campanha contra Cuba. Impõe-se, portanto, distinguir entre a razão de fundo e o pretexto. A primeira, e que estabelece o marco global dessa campanha, é a contra-ofensiva imperial desencadeada desde fins da administração Bush, cujo exemplo mais eloqüente foi a reativação e mobilização da IV Frota Naval.

Contra os prognósticos de alguns iludidos, essa política ditada pelo complexo militar-industrial não só continuou, como se aprofundou, por conta do recente tratado firmado por Obama e Uribe, mediante o qual se concede aos EUA o uso de pelo menos sete bases militares em território colombiano, imunidade diplomática para o pessoal estadunidense envolvido em suas operações, licença para introduzir ou tirar do país qualquer tipo de carregamento sem que as autoridades do país anfitrião possam sequer tomar nota do que entra ou sai e ainda o direito dos viajantes norte-americanos de entrar ou sair da Colômbia com qualquer documento que comprove sua identidade.

Como se o anterior fosse pouco, a política de Washington, reconhecendo a “legalidade e legitimidade” do golpe de Estado em Honduras e as fraudulentas eleições subseqüentes, é uma mostra a mais da perversa continuidade que liga as políticas implementadas pela Casa Branca, com independência da cor da pele de seu principal ocupante. E nessa contra-ofensiva geral do império, o ataque e a desestabilização de Cuba desempenham papéis de grande importância.

Essas são as razões de fundo. Mas o pretexto para esse relançamento foi o fatal desenlace da greve de fome de Orlando Zapata Tamayo, potencializado agora pela idêntica ação iniciada por outro “dissidente”, Guillermo Fariñas Hernández, e que será seguida, sem dúvidas, pelas de outros partícipes e cúmplices dessa agressão. Como é bem sabido, Zapata Tamayo foi (e continua sendo) apresentando pelos “meios de desinformação de massas” – como adequadamente qualificara Noam Chomsky – como “um dissidente político”, quando na realidade era um preso comum que foi recrutado pelos inimigos da revolução e utilizado inescrupulosamente como mero instrumento de seus projetos subversivos. O caso de Fariñas não é igual, mas ainda assim guarda semelhanças e aprofunda uma discussão que é imprescindível conduzir com toda a seriedade.

É preciso lembrar que tais ataques têm larga história. Começam no próprio triunfo da revolução, mas, como política oficial e formal do governo dos EUA, se iniciam em 17 de março de 1960, quando o Conselho de Segurança Nacional aprovou o “Programa de Ação Encoberta” contra Cuba proposto pelo então diretor da CIA, Allen Dulles. Parcialmente desqualificado em 1991, esse programa identificava quatro cursos principais de ação, sendo os dois primeiros “a criação da oposição” e o lançamento de uma “poderosa ofensiva de propaganda” para fortalecê-la e torná-la crível. Mais claro impossível.

Após o estrondoso fracasso desses planos, George W. Bush cria, dentro do próprio Departamento de Estado, uma comissão especial para promover o “cambio de regimen” em Cuba, eufemismo utilizado para evitar dizer “promover a contra-revolução”. Cuba tem o duvidoso privilégio de ser o único país do mundo para o qual o Departamento de Estado elaborou um projeto de tal tipo, ratificando desse modo a vigência da doentia obsessão ianque em anexar a ilha e, por outro lado, o quão acertado estava Jose Marti quando alertou nossos povos sobre os perigos do expansionismo estadunidense.

O primeiro informe dessa comissão, publicado em 2004, tinha 458 páginas e ali se explicitava com grande minúcia tudo o que se deveria fazer para introduzir a democracia liberal, respeitar os direitos humanos e estabelecer uma economia de mercado em Cuba. Para viabilizar esse plano, forneciam 59 milhões de dólares por ano (fora o que se destinava por vias obscuras), dos quais 36 milhões estariam destinados, segundo a proposta, a fomentar e financiar as atividades de dissidentes. Para resumir, o que a imprensa apresenta como uma nobre e patriótica dissidência interna pareceria mais a metódica aplicação do projeto imperial desenhado para cumprir o velho sonho da direita norte-americana de dominar Cuba definitivamente.

Esclarecimento conceitual

Dito o anterior, impõe-se uma precisão conceitual. Não é casual que a imprensa do sistema fale com extraordinária ligeireza sobre os “dissidentes políticos” encarcerados em Cuba. Mas, são “dissidentes políticos” ou são outra coisa? Seria difícil dizer todos, mas, com toda segurança, a maioria dos que estão na prisão não se encontra ali por dissidência política, mas sim por uma caracterização muito mais grave: “traidores da pátria”. Vejamos em detalhes.

No célebre Dicionário de Política de Norberto Bobbio, o cientista político Leonardo Morlino define o dissenso como “qualquer forma de desacordo sem organização estável e, portanto, não institucionalizada, que não pretende substituir o governo em suas funções por um novo, muito menos derrubar o sistema político vigente. O dissenso se expressa só no exortar, persuadir, criticar, pressionar, sempre por meios não violentos a fim de induzir os ‘tomadores de decisões’ a preferirem certas opções em lugar de outras ou a modificar decisões anteriores ou direcionamentos políticos. O dissenso nunca põe em discussão a legitimidade ou as regras fundamentais que fundam a comunidade política, mas apenas normas ou decisões bastante específicas” (p. 567-568).

Mais adiante assinala que existe um limiar que, uma vez ultrapassado, transforma o dissenso, e os dissidentes, em outra coisa. “O limiar é cruzado quando se colocam em dúvida a legitimidade do sistema e suas regras de jogo, fazendo-se uso da violência; ou quando se incorre em desobediência intencional a uma norma; ou, por fim, quando o desacordo se institucionaliza na oposição, que pode ter entre seus objetivos também o de derrubar o sistema” (p. 569).

Na extinta União Soviética, dois dos mais notáveis dissidentes políticos, cujo agir se ajusta à definição supracitada, foram o físico Andrei Sakharov e o escritor Alexander Isayevich Solzhenitsyn; Rudolf Bahro foi o mesmo na República Democrática Alemã; Karel Kosik, na antiga Tchecoslováquia; nos EUA destacou-se, avaliando o século passado, Martin Luther King; e em Israel de nossos dias, Mordekai Wanunu, cientista nuclear que revelou a existência do arsenal atômico deste país, o que o fez ser condenado a 18 anos de prisão sem que a “imprensa livre” tomasse nota do assunto.

A dissidência cubana, diferentemente do ocorrido com Sakharov, Solzhenitsyn, Bahro, Kosik, King e Wanunu, se enquadra em outra figura jurídica, pois seu propósito é subverter a ordem constitucional e derrubar o sistema. Além do mais, e esse é o dado essencial, pretende fazê-lo colocando-se a serviço de uma potência inimiga, os Estados Unidos, que há 50 anos agridem Cuba por todos os meios imagináveis com um bloqueio integral (econômico, financeiro, tecnológico, comercial e informático), com permanentes ataques de diversos tipos e com uma legislação migratória exclusivamente desenvolvida para a ilha (a Lei de Ajuste Cubano) e que estimula a migração ilegal para os EUA, colocando em risco a vida de quem quer acorrer para seus braços em busca de benefícios.

Enquanto Washington levanta um novo muro da vergonha em sua fronteira com o México para deter a entrada de imigrantes tanto astecas como da América Central, concede todos os benefícios imagináveis a quem, vindo de Cuba, ponha o pé em seu território.

Quem recebe dinheiro, assessoria, conselhos, orientações de um país objetivamente inimigo de sua pátria, e atua em congruência com sua aspiração de precipitar uma “cambio de regimen” que ponha fim à revolução, pode ser considerado “dissidentes políticos”?

O que eles fariam?Para responder, esqueçamos por um momento das leis cubanas e vejamos o que estabelece a legislação em outros países. A constituição dos EUA fixa em seu artigo 3 que o “o delito de traição contra os Estados Unidos consistirá apenas na tomada de armas contra a nação ou em se unir aos inimigos, dando-lhes ajuda e facilidades”; a sanção que merece tal delito fica a cargo do Congresso. Em 1953, Julius e Ethel Rosenberg foram executados na cadeira elétrica acusados de traição à pátria por terem supostamente se “unido aos inimigos”, revelando segredos da fabricação da bomba atômica para a União Soviética.

 No caso do Chile, o Código Penal deste país estabelece em seu artigo 106 que “todo aquele que dentro do território da República conspirar contra sua segurança exterior para induzir uma potência estrangeira a guerrear contra o Chile será castigado com penas maiores, em seu grau máximo de prisão perpétua. Se são seguidas de hostilidades bélicas a pena poderá ser elevada até a própria morte”.

No México, país vítima de uma larga história de intervencionismo norte-americano em seus assuntos internos, o Código Penal qualifica em seu artigo 123 como delitos de traição à pátria uma ampla gama de situações, como “realizar atos contra a independência, soberania ou integridade da nação mexicana com a finalidade de submetê-la a pessoa, grupo ou governo estrangeiro; tomar parte em atos de hostilidade contra a nação, mediante ações bárbaras que possam prejudicar o México; receber qualquer benefício, ou aceitar promessa de recebê-lo; aceitar do invasor um emprego, cargo ou comissão e ditar, acordar ou votar providências encaminhadas a afirmar o governo intruso e debilitar o nacional”. A penalidade prevista pela comissão desses delitos é, segundo as circunstâncias, de cinco a quarenta anos de prisão.

A legislação argentina estabelece no artigo 214 de seu Código Penal que “será reprimido com reclusão ou prisão de dez a vinte e cinco anos, ou reclusão ou prisão perpétua, e tanto em um caso como em outro, inabilitação absoluta perpétua, sempre que o fato não se encontre compreendido em outra disposição deste código, todo argentino, ou pessoa que deva obediência à nação por razão de seu emprego ou função pública, que pegue em armas contra esta, se una a seus inimigos ou lhes preste qualquer ajuda ou socorro”.

Não é necessário prosseguir com essa simples revisão da legislação comparada para compreender que o que “imprensa livre” denomina dissidência é o que em qualquer país do mundo – começando pelos EUA, o grande promotor, organizador e financista da campanha anticubana – seria caracterizado pura e simplesmente como traição à pátria, e nenhum dos acusados jamais seria considerado “dissidente político”.

No caso dos cubanos, à grande maioria dos chamados dissidentes (se não todos) está imputado este delito, ao se unirem à potência estrangeira que está em aberta hostilidade contra a nação cubana e receberem seus representantes (diplomáticos ou não), dinheiro e toda sorte de apoios logísticos para, como diz a legislação mexicana, “afirmar o governo intruso e debilitar o nacional”. Dito em outras palavras, para destruir a nova ordem social, econômica e política criada pela revolução.

Não seria outra a caracterização que adotaria Washington para julgar um grupo de seus cidadãos que estivesse recebendo recursos de uma potência estrangeira que durante meio século tivesse acossado os EUA com o mandato de subverter a ordem constitucional.

Nenhum dos genuínos dissidentes acima mencionados incorreu em seus países em tamanha infâmia. Foram implacáveis críticos de seus governos, mas jamais se puseram a serviço de um Estado estrangeiro que ambicionava oprimir sua pátria. Eram dissidentes, não traidores.

Atilio A. Boron é diretor do PLED, Programa Latinoamericano de Educación a Distancia em Ciências Sociais, Buenos Aires, Argentina.  

 Website: http://www.atilioboron.com/.

 Traduzido por Gabriel Brito, jornalista, Correio da Cidadania.


CASSI, eleições de 2010

23/03/2010

 

 

Visitando minha Agência, encontrei este material de divulgação da chapa Unidos pela CASSI.
Destaquei duas páginas para apresentar a meus caros leitores e comentaristas, lembrando
que o corte não prejudica os textos.

UNIDOS PELA CASSI

A nossa chapa é formada por colegas de diferentes grupos,
mas que tiveram a coragem de discutir com o banco e com o
Corpo Social uma grande reforma estatutária. Agora,
queremos oferecer aos associados da CASSI mais
qualidade. A experiência e o conhecimento sobre as
dificuldades enfrentadas pela CASSI ajudaram na criação
de um projeto audacioso, que consiste em oferecer uma
assistência personalizada para mais de 800 mil vidas.

Você vai ter o próprio médico dentro da Cassi

Iniciaremos um programa que vinculará cada participante a um
profissional generalista. Todo associado/participante da CASSI terá um
médico, com condições de acompanhá-Io e orientá-Io nas suas
necessidades em saúde e na eventual indicação de especialistas e
tratamentos especializados. Esse processo vai facilitar, de uma vez por
todas, o acesso dos associados aos serviços de saúde, inclusive em
locais onde não temos unidades da CASSI.

Conheça aqui o que a nossa candidata à
Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento
já fez pela CASSI como conselheira e
presidente do Conselho Deliberativo.

»Ajudou a estruturar o novo estatuto e negociou com o BB o aporte
financeiro de R$ 300 milhões para a CASSI.

»Negociou o aumento da contribuição do banco sobre os funcionários
admitidos após 1998, de 3% para 4,5%, para resolver o problema do déficit
crescente do plano de associados.

»Defendeu e aprovou no Conselho Deliberativo a criação e a implantação da
estratégia de saúde da família na CASSI.

»Aprovou e apoiou no Conselho Deliberativo toda a reestruturação para
modernizar e redimensionar a Central Telefônica (0800) da CASSI.

»Aprovou a Ouvidoria da CASSI, agora em fase de implantação.

>Denunciou os atrasos de pagamento no Conselho Deliberativo da CASSI e
solicitou auditoria com a participação de profissionais da CASSI e do Banco
do Brasil.

»Defendeu e aprovou no Conselho Deliberativo da CASSI a extensão de
novos exames e tratamentos para o plano de associados.

»Ajudou a estruturar a nova política de regulação da CASSI para alterar os
níveis de autorização, deixando o processo menos burocrático.

»Autorizou a contratação de uma consultoria, em parceria com a Previ, para
estudar a aquisição de hospitais/leitos.

»Aprovou no Conselho Deliberativo a criação de mais de 20 novas CliniCASSI.

»Aprovou e está acompanhando o projeto piloto da nova política
farmacêutica na CASSI.

DATA DA VOTAÇÃO: de 1º a 9 de abril

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Internet por celular

23/03/2010

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE S. PAULO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

22/03/10 – MPF abre consulta pública sobre qualidade dos serviços de
banda larga 3G no Brasil

Durante 60 dias público poderá enviar informações e opiniões sobre o
assunto por e-mail ou carta

O Ministério Público Federal abriu a consulta pública “Internet 3G,
atendimento ao consumidor, qualidade, velocidade, continuidade do
serviço, contrato e condições de oferta”. O objetivo da consulta,
aberta por 60 dias, é colher informações e opiniões de todos os
interessados no tema para instruir procedimento do MPF sobre o assunto.

O MPF abriu um inquérito civil a partir de uma representação da
associação de defesa do consumidor Proteste, para apurar eventual
prejuízo aos consumidores em face da má prestação de serviços por parte
das operadoras de telefonia celular que oferecem o serviço de banda
larga 3G.

Na representação da entidade, constam reclamações sobre ausência total
do serviço, baixa velocidade, oferta diferente do que foi oferecido e
mau atendimento ao consumidor e até propaganda enganosa.

Para o procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo,
responsável pelo procedimento, a qualidade do serviço é garantida pelo
código do consumidor. “Há também uma preocupação sobre como esses
serviços estão sendo oferecidos e como os contratos estão sendo
redigidos, com as operadoras limitando suas responsabilidades”.

Para enviar sua contribuição, envie um e-mail
consultapublica_mssa@prsp.mpf.gov.br ou carta para o endereço: rua
Peixoto Gomide, 768, São Paulo-SP, CEP 01409-904, com o assunto
“consulta pública procedimento 1.34.001.004236/2009-18” no
envelope. Serão aceitas contribuições até às 16h do dia 18 de maio.

Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República no Estado de S. Paulo


PREVI em alta

22/03/2010

 

Previ atrai fundos soberanos

A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil poderá atuar em conjunto com os fundos soberanos do Catar e da China em investimentos no Brasil, informou o presidente do fundo de pensão, Sérgio Rosa. A fundação assinou um memorando de entendimentos com o fundo do Catar, cujos ativos somam R$ 80 bilhões, para troca de informações sobre possíveis parcerias em negócios no país, disse Rosa. Também o fundo soberano da China, com cerca de US$ 300 bilhões de patrimônio, visitou a Previ e trocou informações de negócios com Fábio Moser, diretor de investimentos.

Rosa, que divulgou na semana passada o balanço da Previ de 2009, consolidando um patrimônio de R$ 142,6 bilhões no total de seus dois planos, dos quais o plano 1 (mais antigo) detém R$ 140 bilhões, atribui o interesse desses investidores estrangeiros pelo país ao ritmo de recuperação da economia brasileira no pós-crise. “A quantidade de investidores estrangeiros que tem passado por aqui (sede da Previ) para trocar ideias conosco é enorme. São megainvestidores que não tinham o Brasil em seu portfólio e agora estão começando a olhar para ele”.

Os números de desempenho de 2009 do maior fundo de pensão do país informam que houve uma forte recuperação dos investimentos no período em relação a 2008, muito afetado pela crise global que derrubou os mercados. A Previ fechou o ano com um superávit acumulado de R$ 44,2 bilhões, rentabilidade de 28% nos investimentos e a meta atuarial bateu em 10,10%, quase três vezes a meta atuarial de equilíbrio de INPC mais juro de 5,75%, destacou Rosa. Ele adiantou que a Previ decidiu baixar mais uma vez o juro atuarial, que caiu de 5,75% em 2009 para 5,5% em 2010. Até 2008, esta taxa era de 6% em 2008. “Vamos ajustar a nossa meta atuarial aos poucos porque achamos que o juro de longo prazo vai cair”, previu.

O investimento de maior sucesso de 2009 foi em ações. A rentabilidade da carteira de renda variável da Previ alcançou 39,51%, puxando a retomada dos negócios. O valor da carteira de ações da Previ totalizou R$ 89,8 bilhões no período, ou 63,9% do patrimônio do fundo, ante R$ 66 bilhões em 2008. A renda fixa teve rentabilidade de 12% e os negócios em imóveis renderam 24%, superando as expectativas.

Com os dias contados para deixar a presidência da Previ, o que deve acontecer no final de maio, Sergio Rosa avalia que deixa o fundo de pensão em situação bastante confortável para seu sucessor. “O resultado, não só de 2009, mas uma sequência deles – começamos em 2003 com um patrimônio de R$ 43 bilhões e fechamos com R$ 142,6 bilhões – mostra que o bom desempenho da Previ foi fruto da combinação de dois fatores: um bom momento da economia brasileira, mas também um bom resultado da gestão”.Texto com informações do Valor Econômico; copiado de  www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com.


Edemar, que queria ser poeta

20/03/2010

Para uma amiga que cria onze gatos.

Duas irmãs solteironas

vivem juntas

com uma gata

que nunca deixam sair.

Uma das irmãs casa

a outra pede-lhe

uma carta

a relatar pormenorizadamente

a noite de núpcias.

A outra manda-lhe

um telegrama:

“Mana, solta a gata”.

Adília Lopes.


PREVI – Eleições 2010

20/03/2010

 

Ainda esperando por homologação, são estas as chapas concorrentes:

 

Nova Previ

Conselho Deliberativo: Sílvio Soares Filho e Fernando Luis Lima Saraiva;

Conselho Fiscal: Vania Gobetti e Manoel Leite Magalhães;

Diretoria de Administração: Dilson Guths;

Diretoria de Planejamento: Ângelo Argondizzi Marcelino;

Conselho Consultivo PB1: Rita Pessini da Cruz e Silvio Renato Ribeiro da Silva; Maria Fernanda Leister Constanzo e Márcio José Breder;

Conselho Consultivo PF: Patrícia Vale Ribeiro e Bruno Rodrigues Chermont Vidal; Fabio Nogueira Andrade e Gabriela Caccia Gouveia.

 

Unidade na Previ

 

Conselho Deliberativo: Célia Maria Xavier Larichia e Luiz Carlos Teixeira;

Conselho Fiscal: Fabiano Félix do Nascimento e Aldo Bastos Alfano;

Diretoria de Administração: Paulo Assunção de Sousa;

Diretoria de Planejamento: Vitor Paulo Camargo Gonçalves;

Conselho Consultivo PB1: José Branisso e Mércia Maria Nascimento Pimentel; Odali Dias Cardoso e Flávio José Pastoriz;

Conselho Consultivo PF: Wagner de Sousa Nascimento e Rafael Zanon Guerra de Araujo; Ítalo Lazarotto Júnior e Luciana Vieira Belem.