100 dias que encolheram a oposição

Texto de Zé Augusto, do blog http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com.

Muito se falou sobre os 100 dias de governo Dilma, no PIG (Partido da Imprensa Golpista). Vamos deixar de lado as obviedades já amplamente abordadas, e tratar do que o PIG esconde.

A oposição perdeu grande parte dos 44 milhões de votos, que José Serra (PSDB/SP) diz ser dele, e Aécio Neves (PSDB/SP), junto ao PIG, diz ser da oposição.

Os altos índices de aprovação nas pesquisas, do governo da presidenta, comprova o que era de se esperar: os números convergiriam em direção à aprovação que o governo Lula vinha tendo.

Se, de repente, houvesse um terceiro turno da eleição hoje, após estes 100 dias do governo, a oposição teria os 44 milhões de votos ou teria menos?

Nem o mais intransigente demo-tucano será capaz de admitir, no íntimo, que a vitória de Dilma seria por uma margem bem maior.

O discurso do medo, do fim-do-mundo, o denuncismo exagerado, que assustou eleitores suscetíveis à ele, foi reduzido a pó nestes 100 dias. Do eleitorado que votou sob influência deste discurso, muitos que votaram em Serra votariam em Dilma hoje, pois não veriam mais qualquer temor, pelo contrário, sentem uma segurança que nunca sentiram com Serra.

Depois das eleições, quem sofreu à contra-gosto o “choque de realidade” (do discurso do demo-tucano Aécio Neves), foi o PIG. Até agora o PIG está tateando factóides para tentar emplacar um e não consegue. São intrigas sutis ou nem tanto, que os fatos desmentem no dia, na semana ou no mês seguinte.

O próprio brasileiro estava cansado de tantas mentiras e trapaças da campanha eleitoral e do “noticiário”. O eleitor, até aquele que votou na oposição, passou a querer ver, ouvir a presidenta e saber dos fatos reais, e não ficar ouvindo sermões de colunistas, radialistas, comentaristas, “especialistas” fazendo verdadeiros comícios de campanha demo-tucana em meio a um noticiário, querendo fazer o telespectador de bobo.

Outros eleitores, hoje, votariam contra Serra, porque sentem que foram enganados por uma campanha mentirosa e sórdida. Dilma não é nada daquilo que disseram. Nunca foi “poste”, não é nenhuma “ameaça à democracia”, não tem nada a ver com as baixarias espalhadas, não é descontinuidade ao governo Lula (tentarem inventar intrigas que nunca existiram), é competente, hábil politicamente, estadista e humanista.

O mais significativo resultado político no balanço dos 100 dias é esse encolhimento da oposição. É tão cristalino esse resultado, que o racha no DEMos não deixa margem para qualquer dúvida.

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